O mito da comida cara caiu: descubra o poder dos básicos na sua mesa

Conheça formas criativas de economizar sem abrir mão da saúde. Planeje compras inteligentes e transforme básicos em refeições surpreendentes.

Você já pensou que comer bem é muito caro? Aqui no Clube da Saúde Infantil, vamos mostrar que essa ideia não é verdadeira. Na verdade, uma alimentação saudável pode ser mais econômica do que você imagina.

Por que pensamos que comida saudável é cara

A ideia de que alimentação saudável custa caro não surgiu por acaso. As empresas de alimentos industrializados criaram essa impressão através da publicidade. Um estudo mostrou que a maioria dos produtos vendidos como saudáveis tem preços mais altos que outros similares.

A verdade sobre os preços dos alimentos

Você sabia que o preço de alimentos básicos como arroz, feijão e ovos ficou mais estável nos últimos anos? Entre 2000 e 2018, o custo da cesta básica ficou até 12 % mais barato em relação ao salário mínimo.

Alimentos frescos x industrializados

Quando comparamos o preço por nutriente, como vitaminas e minerais:

  • Alimentos frescos são mais econômicos.
  • Frutas e verduras da época são mais baratas.
  • Alimentos básicos têm melhor custo-benefício.

Como economizar na alimentação saudável

  1. Compre frutas e verduras da época.
  2. Prefira alimentos básicos como arroz, feijão e ovos.
  3. Evite produtos premium só porque parecem mais saudáveis.
  4. Planeje suas compras com antecedência.

O papel do marketing

As propagandas nos fazem acreditar que precisamos comprar produtos caros para ter saúde. Mas isso não é verdade. Pesquisas mostram que muitas pessoas acham que gastam mais do que realmente precisam com alimentação saudável.

Conclusão

Comer bem não precisa ser caro. Com as informações certas e bom planejamento, você pode oferecer uma alimentação nutritiva e econômica para toda a família. Aqui no Clube da Saúde Infantil, acreditamos que crescer com saúde é mais legal e pode ser acessível para todos.


Referências

  1. SILVA, R. C. B.; VASCONCELOS, F. A. G. Percepções de custo e valor nutricional. Revista de Saúde Pública, v. 53, p. 45, 2019.
  2. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Evolução do custo da cesta básica. Brasília: IPEA, 2018.
  3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTRIÇÃO. Percepções sobre custo da alimentação saudável entre brasileiros. São Paulo: ASBRAN, 2020.