Quando o corpo vira alvo: como combater o bullying por peso nas escolas

O bullying por peso afeta autoestima e saúde de milhares de alunos. Saiba como agir junto à escola e apoiar seu filho com acolhimento e diálogo.

Você sabia que quase um em cada três estudantes brasileiros já sofreu bullying? E que o peso é um dos principais motivos? Aqui no Clube da Saúde Infantil, queremos ajudar você a entender melhor esse problema e proteger seu filho.

O que é bullying por peso

O bullying por peso acontece quando uma criança é maltratada ou zoada por causa do seu corpo. Isso pode incluir apelidos maldosos, exclusão de brincadeiras ou até agressões físicas. No Brasil, esse é um dos tipos mais comuns de bullying nas escolas.

Os números que preocupam

  • 31,5% dos alunos entre 13 e 17 anos já sofreram bullying.
  • 18,6% dos casos estão ligados à aparência física.
  • Crianças com sobrepeso têm 63% mais chance de sofrer bullying.

Qual idade merece mais atenção

O momento mais difícil é entre 10 e 12 anos, quando as crianças estão mudando do ensino fundamental I para o II. É uma fase de muitas mudanças no corpo e na cabeça dos pequenos.

Como identificar se seu filho está sofrendo

Fique atento a estes sinais:

  • Não querer ir para a escola.
  • Voltar triste da aula.
  • Reclamar de dores de barriga ou cabeça.
  • Apresentar mudanças no sono ou no apetite.

O que fazer para ajudar

  1. Converse com seu filho todos os dias.
  2. Mantenha contato frequente com a escola.
  3. Procure ajuda profissional se necessário.
  4. Incentive atividades que aumentem a autoestima.

Conclusão

Seu filho merece crescer feliz e saudável! O bullying por peso é um problema sério, mas juntos podemos combatê-lo. Aqui no Clube da Saúde Infantil, acreditamos que toda criança tem direito a um ambiente escolar seguro e acolhedor. Crescer com saúde é mais legal!


Referências

  1. Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2019.
  2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA MULTIPROFISSIONAL DE PROTEÇÃO À INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA (ABRAPIA). Relatório anual, 2021.